Teria que ser como eu, viver onde eu vivo, contemplar lugares, encantar a uns, dominar a varios. Deveria sentir como eu sinto, não por dentro, e sim por fora, por tudo o que vem e se acrescenta e nunca pelo o que se vai e vira passado, e deveria mistura-lo ao futuro pra no exato presente, sonhar como eu, pensar sem sentido e contrario, tão linear como a palavra radar, o que de traz pra frente nada à faz modificar. Teria que deixar a razão, viajar num furgão por toda sua cabeça sem medo de se soltar porque se cair, poderá sentir, com todo o sentimento, que tudo faz sentido com o tempo.
O ninguem aqui não usa frases feitas, ele as digita de olhos fechados enquanto sonha, enquanto sua imaginação canta grave e um metal suave me faz levitar, enquanto cai no vacuo escuro que ao longo da queda se torna iluminado como numa montanha russa, ou a forte luz do fim do tunel. E se é verdade ou não, nada é melhor do que essa minha ilusão, onde meus amigos tem nomes engraçados, de estilos inúsitados, onde somos crianças inoscentes ou pensadores concientes e mentiras como você, nunca modificaria nenhum de nossos resultados.
O ninguem tem tudo agora, e você não tem mais nada e nem ninguem :
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